sexta-feira, 26 de julho de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Não há cruz, pequena ou grande, da nossa vida que o Senhor não venha compartilhar connosco. #Rio2013 #JMJ

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
26/07/13
Cada Sexta-feira nos permite lembrar quanto Jesus sofreu por nós. Fazei, Senhor, que não nos esqueçamos jamais de quanto nos amais.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Hino Oficial JMJ Rio 2013 "Esperança do Amanhecer" | Portugal


Festa de Acolhimento dos Jovens, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro - 25/7/2013


O Papa no Rio - Visita à Comunidade de Varginha - 25/7/2013


Papa vai visitar favela da Varginha - Comunidade foi escolhida pela Arquidiocese do Rio de Janeiro entre mais de 750 propostas

Rio de Janeiro, Brasil, 25 jul 2013 (Ecclesia) - O Papa vai visitar hoje a favela da Varginha, no Rio de Janeiro, a partir das 11h00 (mais quatro horas em Lisboa), local alvo de um programa de recuperação pelas autoridades brasileiras.
Francisco vai percorrer 850 metros no papamóvel e quando chegar ao principal acesso à favela, fará o percurso a pé até à igreja de São Jerônimo de Emiliani, onde vai abençoar o novo altar.
O Papa dirige-se depois para um campo de futebol da comunidade e, no caminho, entrará em casa de uma família.
Ao chegar ao campo desportivo, Francisco vai ser saudado pelo arcebispo do Rio de Janeiro e de um dos membros da comunidade.
O porta-voz do Vaticano disse aos jornalistas que o local é considerado seguro e que esta é "uma favela de dimensões relativamente pequenas, uma das muitas que se encontram inseridas no tecido da cidade do Rio”. 
O Papa repete assim um gesto feito por João Paulo II, que a 2 de julho de 1980 esteve na favela do Vidigal.
Segundo o arcebispo do Rio de Janeiro, D. Orani Tempesta, a pastoral das favelas da arquidiocese apresentou uma lista com mais de 750 comunidades para Francisco poder visitar.
A localidade está a viver este momento com expectativa e emoção, como revela Francisca, uma paroquiana: “A comunidade não pensa noutra coisa, é um alvoroço”.
A voluntária Thaianny Christinna explica que estão “muito agradecidos”, pela escolha do Papa Francisco, e mesmo sendo uma comunidade pequena, “é uma emoção muito grande”.
A comunidade está a preparar ofertas para Francisco e o voluntário Rafael dos Santos, é um dos responsáveis por um dos presentes.
“Vai ser surpresa, é uma coisa que pensamos oferecer para que o Papa nunca mais se esqueça da nossa comunidade”, explicou o jovem sem revelar o que estão a preparar.
O pároco da Varginha divide a expectativa com os fiéis e confessa que com a “alegria” sentem “grande responsabilidade”.
“Fomos realmente apanhados de surpresa e isso deixou-nos muito felizes porque é um trabalho que realizamos há anos, em todo o Rio de Janeiro, e damo-nos conta que o Papa se preocupa”, acrescenta o padre Márcio Queiroz, também diretor do Departamento de Comunicação da JMJ 2013.
Entre as surpresas está uma música preparada para esta ocasião e mais uma vez, os fiéis escolhidos relevam surpresa.
“Foi um momento muito emocionante, considero uma bênção divina porque vamos estar a cantar para o representante de Deus na terra”, assinala a voluntária Tays Paulino.
Por sua vez, Cátia Tahan, também voluntária, explica que esta visita é “importante” para o país e para a comunidade.
“Foi muito emocionante e é realmente um incentivo e uma graça muito grande para continuarmos na caminhada do ministério de música louvando a Deus”, acrescenta.
Esta comunidade, também, foi visitada por Madre Teresa de Calcutá, com as Missionárias da Caridade, na década de 1970.
 “Seria muito bom que o Papa pudesse passar em todas as favelas”, explica D. Orani Tempesta, para quem “aquilo que se faz para dar visibilidade desperta para que as pessoas também queiram que melhore a sua vida”.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Tweet da JMJ Rio2013 (@jmj_pt)

JMJ Rio2013 (@jmj_pt)
"Não roubemos a esperança, pelo contrário, tornemo-nos todos portadores de esperança!" #PapaFrancisco #HospVOT #JMJ

Diocese do Funchal - ORDENAÇÕES 2013


O Papa no final da Eucaristia em Aparecida - Rio de Janeiro


Papa Francisco emociona-se frente à imagem da Senhora Aparecida


400 mil na abertura da Jornada Mundial da Juventude em Copacabana


Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
24/07/13
Sentimo-nos agradecidos ao Beato João Paulo II pelas JMJ e por tantas vocações que surgiram durante as 28 Jornadas. #Rio2013 #JMJ

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
24/07/13
Jovens, não o esqueçamos jamais: a Virgem Maria é a nossa Mãe, e é com a sua ajuda que podemos permanecer fiéis a Jesus. #Rio2013 #JMJ

terça-feira, 23 de julho de 2013

Visita virtual à Catedral do Funchal


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Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Queridos jovens, Cristo tem confiança em vocês e lhes confia sua própria missão: "Ide, fazei discípulos". #Rio2013 #JMJ

Tweet from do Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
A Igreja é jovem e, na JMJ, se vê isso muito bem. Que o Senhor sempre nos mantenha, a todos, jovens de coração. #Rio2013 #JMJ

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Obrigado! Obrigado! Obrigado a vocês todos e a todas as autoridade pela magnífica acolhida em terra carioca! #Rio2013 #JMJ

segunda-feira, 22 de julho de 2013

VIAGEM APOSTÓLICA AO RIO DE JANEIRO POR OCASIÃO DA XXVIII JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE - CERIMÓNIA DE BOAS-VINDAS - DISCURSO DO SANTO PADRE FRANCISCO

CERIMÓNIA DE BOAS-VINDAS
DISCURSO DO SANTO PADRE FRANCISCO
Palácio da Guanabara, Rio de Janeiro
Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

 
Senhora Presidenta, 
Ilustres Autoridades, 
Irmãos e amigos!
 
Quis Deus na sua amorosa providência que a primeira viagem internacional do meu Pontificado me consentisse voltar à amada América Latina, precisamente ao Brasil, nação que se gloria de seus sólidos laços com a Sé Apostólica e dos profundos sentimentos de fé e amizade que sempre a uniram de modo singular ao Sucessor de Pedro. Dou graças a Deus pela sua benignidade.
Aprendi que para ter acesso ao Povo Brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração; por isso permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta. Peço licença para entrar e transcorrer esta semana com vocês. Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo! Venho em seu Nome, para alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração; e desejo que chegue a todos e a cada um a minha saudação: "A paz de Cristo esteja com vocês!"
Saúdo com deferência a Senhora Presidenta e os ilustres membros do seu Governo. Obrigado pelo seu generoso acolhimento e por suas palavras que externaram a alegria dos brasileiros pela minha presença em sua Pátria. Cumprimento também o Senhor Governador deste Estado, que amavelmente nos recebe na Sede do Governo, e o Senhor Prefeito do Rio de Janeiro, bem como os Membros do Corpo Diplomático acreditado junto ao Governo Brasileiro, as demais Autoridades presentes e todos quantos se prodigalizaram para tornar realidade esta minha visita.
Quero dirigir uma palavra de afeto aos meus irmãos no Episcopado, sobre quem pousa a tarefa de guiar o Rebanho de Deus neste imenso País, e às suas amadas Igrejas Particulares. Esta minha visita outra coisa não quer senão continuar a missão pastoral própria do Bispo de Roma de confirmar os seus irmãos na Fé em Cristo, de animá-los a testemunhar as razões da Esperança que d'Ele vem e de incentivá-los a oferecer a todos as inesgotáveis riquezas do seu Amor.
O motivo principal da minha presença no Brasil, como é sabido, transcende as suas fronteiras. Vim para a Jornada Mundial da Juventude. Vim para encontrar os jovens que vieram de todo o mundo, atraídos pelos braços abertos do Cristo Redentor. Eles querem agasalhar-se no seu abraço para, junto de seu Coração, ouvir de novo o seu potente e claro chamado: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações». (...)

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Hoje começamos uma semana estupenda no Rio; que ela seja uma ocasião para aprofundar a nossa amizade em Jesus Cristo!

Santana - Paz à sua Alma!



Faleceu Virgínia de Jesus do sítio do Pico Tanoeiro freguesia de Santana. Funeral nesta Terça feira, 23 de Julho, com Missa de corpo presente às 15h na igreja paroquial de Santana. Tem Confraria do Santíssimo Sacramento. Rezemos pelo seu eterno descanso. PN; AM; GP.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Jovens amigos, tantos de vocês já chegaram ao Rio e muitos outros estão chegando nestas horas. Faltam apenas três dias para nos vermos.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ilha - Paz à sua alma!



Faleceu João Abel de Jesus Caldeira do sítio da Ermida de Cima freguesia da Ilha. Funeral nesta sexta feira 19 de Julho com Missa de corpo presente às 15h na igreja paroquial da Ilha. Rezemos pelo seu eterno descanso. PN; AM; GP.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Neste Ano da Fé, recordemo-nos de que a fé não é propriedade exclusiva nossa, mas deve ser partilhada. Todo o cristão é um apóstolo.

sábado, 13 de julho de 2013

A Partilha nº 112 - 14 a 21 de Julho de 2013


Conheça a casa onde o Papa Francisco ficará hospedado no Rio de Janeiro durante a Jornada Mundial da Juventude - 23 a 28 de Julho de 2013


Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
No Ano da Fé, procuremos cada dia fazer qualquer coisa de concreto para conhecer melhor Jesus Cristo.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Senhor, dai-nos a graça de chorarmos pela nossa indiferença, pela crueldade que existe no mundo e em nós.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Orientações Pastorais e critérios para a realização de Concertos nas igrejas e capelas da Diocese do Funchal

Orientações Pastorais e critérios

para a realização de Concertos

nas igrejas e capelas da Diocese do Funchal
 

 

«Com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantai de todo o coração a Deus a vossa gratidão» (Col 3, 16b).

As orientações pastorais e critérios seguintes querem contribuir para ajudar os sacerdotes e todo o Povo de Deus no esforço pastoral que lhes incumbe para manter sempre o caráter próprio das igrejas e capelas destinadas às celebrações, à oração e ao silêncio.

 
I. Diante de uma iniciativa para a realização de um concerto numa igreja ou numa capela tenham-se em conta as seguintes orientações diocesanas:

 1. Qualquer concerto a realizar numa igreja ou capela ou oratório da Diocese deve receber a aprovação escrita do Bispo diocesano ou de um seu delegado. Nesta função pastoral, o Bispo diocesano contará com a colaboração do responsável pela Música Sacra na Diocese e do Secretariado Diocesano da Liturgia[1].

2.      Antes de qualquer publicitação do evento os promotores do concerto devem enviar ao Pároco, Reitor, Capelão ou responsável do Instituto Religioso, o projeto do concerto, indicando o lugar, a hora, as obras a apresentar, os autores, os executantes e os instrumentos[2].

 3.      Sobre estes elementos o Pároco, o Reitor, o Capelão ou o responsável pelo Instituto Religioso faz um primeiro juízo sobre o projeto apresentado. Verificando-se que em princípio, segundo os critérios gerais, nada obsta à sua execução, o Pároco ou os responsáveis daquelas igrejas envia ao Bispo diocesano um requerimento acompanhado de todos os elementos referidos no nº2 e nº5. O concerto poderá ser autorizado ou não, ou exigida a remoção ou substituição de alguma parte do programa apresentado.

4.      Após a aprovação do Bispo diocesano, ou do seu delegado, por escrito, poderá iniciar-se a divulgação e organização do concerto: publicidade, cartazes, programa, estudo do espaço e sua disposição e ocupação, sempre com o máximo respeito pelo lugar sagrado, por parte de todos, executantes e assistentes. Esta preparação e ensaios devem ser combinados com o responsável pela igreja.

5.     A entrada na igreja ou capela deve ser livre e gratuita[3]. Tal porém, não impede que as pessoas possam ser convidadas a dar uma oferta para uma determinada causa aprovada pela Diocese ou como apoio para a realização do evento. Assim na entrada da igreja ou capela podem ser colocados Cds ou outros materiais, com conhecimento e aprovação do responsável da igreja, cujo valor reverterá para aquelas finalidades.

6.      Os responsáveis pelas igrejas poderão estabelecer e pedir aos organizadores e promotores do concerto uma ajuda para as despesas da realização do concerto naquele lugar.

7.      Durante o concerto, retira-se o Santíssimo Sacramento[4].

8.      O altar, o ambão e a cadeira do presidente das assembleias litúrgicas serão objeto de total respeito e não podem ser retirados do seu lugar próprio, nem é permitido que sobre eles se coloquem quaisquer objetos (instrumentos, partituras….)[5]. Qualquer situação especial deverá ser apresentada previamente a apreciação do Secretariado Diocesano de Liturgia.

9.      Os músicos e cantores ou quaisquer outros intervenientes no concerto, bem como os próprios ouvintes ou espetadores, devem comportar-se e trajar de acordo com a dignidade e a santidade do lugar. O mesmo deverá acontecer nos ensaios e outros preparativos[6].

10.  O organizador do concerto assumirá a responsabilidade das despesas de todos os eventuais danos materiais decorrentes da realização do concerto[7].

11. As dúvidas que surgirem na interpretação e aplicação destas orientações e critérios devem ser resolvidos, caso a caso, pelo Bispo Diocesano ou seu delegado. 

II. Alguns critérios a ter em conta:

1. O Código de Direito Canónico determina: «No lugar sagrado apenas se admita aquilo que serve para exercer ou promover o culto, a piedade e a religião; e proíba-se tudo o que seja discordante da santidade do lugar. Porém, o Bispo diocesano pode permitir acidentalmente outros atos ou usos, que não sejam contrários à santidade do lugar»[8].

2.      A música que nas igrejas se apresenta deverá ter um sentido e uma finalidade pastoral: criar ambiente de beleza, oração e meditação, acentuar o caráter do tempo litúrgico, preparar as festas e solenidades litúrgicas, favorecer a abertura à Palavra divina e aos Mistérios da Fé, conservar vivo e divulgar o património musical da Igreja e promover a inspiração dos artistas e a criação de um novo património[9].

3.      Os promotores de concertos devem ter em conta que as igrejas não são simples auditórios e como tal deverão procurar outros espaços mais convenientes para apresentar certo tipo de repertórios não apropriados ao caráter sagrado das igrejas[10]

4.      A licença de utilização dos templos para fins alheios ao culto divino será concedida limitadamente, apenas em casos especiais, quando motivos de elevado interesse cultural e artístico o justifiquem ou por outras circunstâncias e desde que a sessão a efetuar em nada desdiga do caráter sagrado do local[11].

5.      Não é legítimo programar numa igreja a execução de uma música que não é de inspiração religiosa e que foi composta para ser executada em precisos contextos profanos, seja ela clássica, contemporânea, erudita ou popular: tal não respeitaria nem o carácter sagrado da igreja, nem mesmo a própria obra musical pois não seria executada no seu ambiente natural[12].

6.      Os instrumentos que, segundo o comum sentir e o uso normal, só são adequados para a música profana são de excluir.

 
Funchal, 29 de junho de 2012

 † António Carrilho, Bispo do Funchal

 
Documentos a ter em conta:

CONCÍLIO ECUMÉNICO VATICANO II, Constituição sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, de 4 dez. 1963, n.114.

Circular da Congregação para o Culto Divino, de 5 nov. 1987 (Cf. Site da Diocese do Funchal, Área de documentos).

 

 
[1] Cf. c. 1213; Circular da Congregação para o Culto Divino, 10.

[2] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 10.

[3] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 10, c.

[4] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 10, f.

[5] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 10, e.

[6] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 10, d.

[7] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 10, h.

[8] c. 1210.

[9] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 11.

[10] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 5.

[11] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 8

[12] Cf. Circular da Congregação para o Culto Divino, 8.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Comunicado do Conselho Presbiteral da Diocese do Funchal

COMUNICADO DO CONSELHO PRESBITERAL
O Conselho Presbiteral da Diocese do Funchal esteve, hoje, reunido em sessão ordinária, presidida pelo Bispo Diocesano, D. António Carrilho.
Feita a leitura e aprovação da acta da reunião anterior, fez-se a verificação da execução do plano pastoral previsto para este ano nos âmbitos paroquiais, arciprestais e diocesanos.
Num segundo ponto procedeu-se à explanação dos objetivos contidos no plano pastoral trienal (2012-2014) relativos ao próximo ano pastoral, dedicado à terceira pessoa da Santíssima Trindade, o “Espirito Santo cria unidade e envia em missão”. Tendo em conta as linhas referidas, os presentes apresentaram algumas propostas para a sua concretização, especialmente o que se refere à celebração efetiva dos 500 anos da criação da Diocese, no dia 12 de Junho de 2014.
Ao Conselho foi apresentada a síntese final do documento sobre a Renovação das Festas e Tradições que será agora levada aos arciprestados, para apreciação final na próxima sessão do Conselho, e consequente aprovação pelo Bispo Diocesano.
No que diz respeito a orientações pastorais acerca da Celebração dos sacramentos da iniciação cristã, foram apreciados os aspetos que estavam pendentes, tendo sido dadas indicações para a aprovação e entrada em vigor proximamente. No que se refere às Orientações Pastorais para a Realização de concertos nas igrejas, capelas e reitorias, o documento foi aprovado e entregue aos membros do Conselho. O documento entra agora em vigor, ad experimentum, nos próximos três anos.
A finalizar a sessão, recordou-se o Artº 9 dos Estatutos do Conselho Presbiteral, relativamente à preparação do próximo triénio do Conselho, no que diz respeito aos membros a eleger pelos círculos eleitorais.
Concluiu-se o Conselho, confirmando a próxima sessão para o dia 23 de Outubro deste ano de 2013.
 
Funchal, 10 de Julho de 2013.
Secretariado Permanente

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Se queremos seguir Cristo de perto, não podemos procurar um vida cómoda e tranquila. Será uma vida empenhada, mas cheia de alegria.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Um cristão vive sempre cheio de esperança; não pode jamais deixar-se cair no desânimo.

Santana - Paz à sua Alma

 
 
Faleceu José Ferreira da Silva do sítio dos Lamaceiros freguesia de Santana. Funeral nesta quarta feira 10 de Julho com missa de corpo presente às 11h na Igreja paroquial de Santana. Tem Confraria do Santíssimo Sacramento. Rezemos pelo seu eterno descanso. PN; AM; GP.

Santana - Paz à sua Alma

 
 
Faleceu Maria Piedade Gomes Aguiar do sítio do Lombo Antão Alves freguesia de Santana e atualmente a residir na Casa Sagrada Família em Gaula. Funeral nesta quarta feira 10 de Julho com missa de corpo presente às 11h na Igreja paroquial de Santana. Rezemos pelo seu eterno descanso. PN; AM; GP.

domingo, 7 de julho de 2013

Encíclica é «útil» para quem não tem fé - Papa Francisco diz que é preciso confrontar-se com problemáticas atuais

Cidade do Vaticano, 07 jul 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco disse hoje no Vaticano esperar que a sua primeira encíclica, ‘Lumen fidei’ (Luz da fé), publicada há dois dias, possa ser “útil” também para quem não tem fé.
“Penso que esta encíclica, pelo menos nalgumas partes, pode ser útil também para quem está em busca de Deus e do sentido da vida”, declarou, após a recitação da oração do Angelus, na Praça de São Pedro, perante milhares de pessoas.
O texto, iniciado por Bento XVI, defende que a fé tem a ver também com a vida dos que, apesar de não acreditarem, o “desejam” fazer, procurando “agir como se Deus existisse”.
O atual Papa reconhece que o seu predecessor tinha começado a redação desta encíclica no contexto do Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013) e na sequência de duas anteriores sobre a caridade e a esperança.
“Eu recebi este projeto e dei-lhe um final”, precisou.
Francisco oferece esta encíclica, “com alegria”, a toda a Igreja, porque todos, “especialmente hoje”, têm necessidade de “ir ao essencial da fé cristã, aprofundá-la e confrontá-la com as problemáticas atuais”.
Na ‘Lumen fidei’, o Papa sublinha que “a fé não é intransigente, mas cresce na convivência que respeita o outro” e que pode “pode iluminar as perguntas” da sociedade atual, na qual muitas vezes é “impossível distinguir o bem do mal”.
O texto apresenta a mensagem cristã como resposta à crise contemporânea da “verdade” e assume preocupações relativamente ao relativismo, ao fanatismo e à recusa da proposta religiosa.
O Papa despediu-se dos presentes após ter saudado os jovens que se preparam para participar na Jornada Mundial da Juventude, entre os dias 22 e 28 deste mês, na cidade brasileira do Rio de Janeiro.
“Caros jovens, também eu me estou a preparar. Caminhemos juntos para esta grande festa da fé”, declarou.

sábado, 6 de julho de 2013

A Partilha nº 111 - 07 a 14 de Julho de 2013

 

CARTA ENCÍCLICA do Papa Francisco - LUMEN FIDEI (A Luz da Fé)


 
A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: "das trevas brilhe a luz", foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».1 Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».2 A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê... (Cont.)
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Jesus não é somente um amigo. É um mestre de verdade e de vida, que revela o caminho para alcançar a felicidade.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
O amor de Cristo e a sua amizade não são ilusórios. Jesus na Cruz mostra como eles são reais.

OS HIPÓCRITAS QUE VÃO À MISSA pelo Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada

Foi há já algum tempo que uma pessoa, algo impertinente, disparou contra mim, à queima-roupa, a razão da sua não prática religiosa:

- Eu não vou à Missa porque está cheia de hipócritas!

Apesar de não ser um argumento propriamente original – na realidade, nem sequer é um argumento – o tópico deu-me que pensar, sobretudo porque é esgrimido, com frequência, pelos fervorosos «católicos não praticantes» que, como é sabido, abundam. São, em geral, fiéis descomprometidos, ou seja, pessoas baptizadas que dispensam a prática religiosa colectiva, com a desculpa de que nem todos os praticantes são cristãos exemplares.

Alguns praticantes são, no sumário entendimento dos que o não são, pessoas duplas, porque aparentam uma fé que, na realidade, não vivem, enquanto outros há, como os ditos não praticantes, que mesmo não cumprindo esses preceitos cultuais, são mais coerentes com a doutrina cristã. A objecção faz algum sentido, na medida em que a vida cristã não se reduz, com efeito, a uns quantos exercícios piedosos. 

Mas o cristianismo é doutrina e vida: é fé em acção, esperança viva e caridade operativa. Portanto, a prática comunitária é essencial à vida cristã e a praxe litúrgica, embora não seja suficiente, é-lhe necessária. Assim sendo, mesmo que os praticantes não vivam cabalmente todas as virtudes cristãs, pelo menos não descuram a comunhão eclesial, nem a prática sacramental e a vida de oração. Deste modo, cumprem uma das mais importantes exigências do seu compromisso baptismal, ao contrário dos não praticantes, não obstante a sua auto-proclamada superioridade moral. 

Os fiéis que não frequentam a igreja, à conta dos fariseus que por lá há, deveriam também abster-se de frequentar qualquer local público, porque provavelmente está mais pejado de hipócritas do que o espaço eclesial. Estes novos puritanos deveriam também abster-se de ir aos hospitais que, por regra, estão cheios de doentes, e às escolas, onde pululam os ignorantes. É de supor que o único local digno da sua excelsa presença seja tão só o Céu, onde não consta qualquer duplicidade, pecado, fraqueza, doença, ignorância ou erro. Mas também não, ao que parece, nenhum católico não praticante…

Segundo a antropologia cristã, todos os homens, sem excepção, são bons, mas nem todos praticam essa bondade. Um mentiroso não é uma pessoa que não acredita na verdade, mas que não é sincero, ou seja, não pratica a veracidade. Os ladrões são, em princípio, defensores da propriedade privada, mas não a respeitam em relação aos bens alheios. Um corrupto não o é porque descrê da honestidade, mas porque a não pratica. Aliás, as prisões estão repletas de boa gente, cidadãos que crêem nos mais altos e nobres valores éticos, mas que os não praticam.

Mas, não são farisaicos os cristãos que são assíduos nas rezas e nas celebrações litúrgicas, mas depois não dão, na sua vida pessoal, familiar e social, um bom testemunho da sua fé? Talvez. Só Deus sabe! Mas, mesmo que o sejam, convenhamos que são uns óptimos hipócritas. Os hipócritas são bons quando sabem que o são e procuram emendar-se, e são maus quando pensam que o não são, justificam-se a si próprios, julgam e condenam os outros. Os crentes que participam assiduamente na eucaristia dominical, sempre que o fazem recebem inúmeras graças e reconhecem, publicamente, a sua condição de pecadores, de que se penitenciam, com propósito de emenda. Mesmo que não logrem de imediato a total conversão, esse seu bom desejo e a participação sincera na celebração eucarística é já um grande passo no caminho da perfeição. 

Foi por isso que, com alguma ironia e um sorriso de verdadeira amizade, não pude deixar de responder àquele simpático «católico não praticante»:

- Não se preocupe por a Missa estar cheia de hipócritas: há sempre lugar para mais um!          

P. Gonçalo Portocarrero de Almada 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Não se pode viver como cristão fora desta rocha que é Cristo. Cristo dá-nos solidez e firmeza, mas também alegria e serenidade.

Rezar cantando

Alguma música

O tempo em Santana